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Celso Sacavém

Os meus pensamentos

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Monografias - Terras de Portugal

 

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                                                                                       Castelo de Almourol (1)

                                             

 

 

 

 

Monografias - Terras de Portugal

 

Breve história do Castelo de Almourol

 

 

 

 

Situado na Província do Ribatejo, Distrito de Santarém, ergue-se o Castelo de Almourol.

Ergue-se altaneiro e vigilante, numa pequena ilha do Rio Tejo, entre Vila Nova da Barquinha e Constância.

Tem origem nos tempos remotos mas foi Gualdim Pais, Mestre da Ordem dos Templários, que em 1160 iniciou a construção e edificação do castelo, que foi dado por concluído em 1171.

Gualdim Pais, natural de Braga, foi um indómito guerreiro ao serviço de Dom Afonso Henriques.

Foi também um intrépido cruzado e, além do Castelo de Almourol, mandou edificar os Castelos de Tomar e da Idanha.

Gualdim Pais foi um português de rija tempera que trabalhou e lutou para que hoje tivessemos orgulho em pertencer a esta Pátria que Camões tão bem soube cantar.

O Castelo de Almourol, além do seu papel de sentinela vigilante do Pátrio território, guarda, nas suas pedras, muitas histórias e lendas de amor.

Narremos apenas uma: o Palmeirim de Inglaterra estava enamorado da bela Miroguarda.

Esta moura, acompanhada de Polinarda, foi tomada prisioneira do Gigante Almourol

Palmeirim, ao saber do facto, voltou à pátria disposto a disputar ao Gigante a libertação de Miroguarda.

Após uma longa e árdua disputa e já sem forças, Palmeirim começara a duvidar do sucesso da sua acção.

Mas estava-lhe reservada uma grande surpresa: o Gigante Dramusiando, que odiava o Gigante Almourol, pôs-se a seu lado e auxiliou-o a vencer, proporcionando aos dois amantes, a felicidade de poderem trocar um beijo de amor.

Esta é a história que se conta. Verdadeira ou não, ela fica a ilustrar quanto romantismo encerram as velhas pedras do Castelo de Almourol.

Ao olharmos, ao largo, o Castelo de Almourol, não podemos deixar de pensar naqueles portugueses de antanho que nos legaram coisas incríveis que nos aproximam uns dos outros, como irmãos, como filhos da mesma terra.

Consta que Camões, o príncipe dos poetas, também por aqui andou, a beber a água cristalina da lusitanidade, a mitigar a sede que a sua alma sentia, sedenta de desejos e de paixão.

Em suma, o Castelo de Almourol é um magnífico exemplar da arquitectura militar da época.

Não sendo hoje mais do que um monumento, o Castelo de Almourol é a marca sublime dum povo que, desde os primeiros dias, soube sofrer e soube vencer.

 

 

 

 

            Celso Sacavém       celsosacavem.blogs.sapo.pt       @celso.pereira.525

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 Rei D. Afonso Henriques (2)         Gualdim Pais (3)          Palmeirim de Inglaterra (4)

 

 

 

 

 

 

 

1 - Castelo de Almourol

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Almourolcastle.jpg

Fotografia de Bruno Cruz - 2011

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Almourol

Castelo de Almourol

 

 

Início da construção       1171

Restauro                         século XIX (alterações significativas)

Proprietário inicial           Ordem dos Templários

Função inicial                  Militar (castelo)

Proprietário atual             Estado Português

Função atual                   Cultural

  

Património Nacional – Classificação: Monumento Nacional em 1910

 

  

O Castelo de Almourol, no Ribatejo, localiza-se na Freguesia de Praia do Ribatejo, Concelho de Vila Nova da Barquinha, Distrito de Santarém, em Portugal, embora a sua localização seja frequentemente atribuída a Tancos, visto ser a vila de onde se vislumbra melhor.

Erguido num afloramento de granito a 18 m acima do nível das águas, numa pequena ilha de 310 m de comprimento por 75 m de largura, no médio curso do rio Tejo, um pouco abaixo da sua confluência com o rio Zêzere, à época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, actual Região de Turismo dos Templários. Constitui um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. Com a extinção da Ordem do Templo o castelo de Almourol passa a integrar o património da Ordem de Cristo (que foi a sucessora em Portugal da Ordem dos Templários).

 

História

Antecedentes e toponímia

Embora os autores não sejam unânimes acerca da primitiva ocupação humana deste sítio, acreditando-se que remonte um castro pré-histórico, a pesquisa arqueológica trouxe à luz testemunhos do período romano (moedas do século I a.C.) e do período medieval (medalhas). Alguns autores, ainda, identificam em alguns trechos na base das muralhas, exemplos do aparelho construtivo de tipo romano.

A partir do século III, o sítio foi ocupado por outros grupos, nomeadamente os Alanos, os Visigodos e os Muçulmanos, estes últimos a partir do século VIII. No século XIII, a fortificação já existia, por eles denominada como Al-morolan (pedra alta). 

Não se pode precisar a origem do seu nome, assim como se torna difícil clarificar o significado e a própria grafia do qual são conhecidas variações: Almoriol, Almorol, Almourel, Almuriel. Outros autores estabelecem ligação com o termo Moron, que Estrabão teria referido como cidade situada à beira Tejo, ou com o termo Muriella, que consta da descrição da delimitação do Bispado de Egitânia e Corretânea.

 

O castelo medieval

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, quando esta região foi ocupada por forças portuguesas, Almourol foi conquistado em 1129 por D. Afonso Henriques (1112-1185). O soberano entregou-o aos cavaleiros da Ordem dos Templários, então encarregados do povoamento do território entre o rio Mondego e o Tejo, e da defesa da então capital de Portugal, Coimbra. 

Nesta fase, o castelo foi reedificado, tendo adquirido, em linhas gerais, as suas atuais feições, características da arquitectura templária: espaços de planta quadrangular, muralhas elevadas, reforçadas por torres adossadas. Tinham 9 torres e uma mais alta e na janela virada a nascente tem uma cruz dos templários. Dominadas por uma torre de menagem. Uma placa epigráfica, colocada sobre o portão principal, dá conta que as suas obras foram concluídas em 1171, dois anos após a conclusão do Castelo de Tomar, edificado por determinação de Gualdim Pais, filho de Paio Ramires. As mesmas características arquitectónicas estão presentes também no Castelo de Idanha, no de Monsanto, no de Pombal, no de Tomar e no de Zêzere, seus contemporâneos. 

Sob os cuidados da Ordem, constituído em sede de uma Comenda, o castelo tornou-se um ponto nevrálgico da zona do Tejo, controlando o comércio de azeite, trigo, carne de porco, frutas e madeira entre as diferentes regiões do território e Lisboa. Acredita-se ainda que teria existido uma povoação associada ao castelo, em uma ou em ambas as margens do rio, uma vez que, em 1170, foi concedido foral aos seus moradores. 

Com o avanço da reconquista para o sul e a extinção da Ordem dos Templários em 1311 pelo papa Clemente V durante o reinado de D. Dinis (1279-1325), a estrutura passou para a Ordem de Cristo, vindo posteriormente a perder importância, tendo sofrido diversas alterações.

 

Do século XVIII aos nossos dias

Vítima do terramoto de 1755, a estrutura foi danificada, vindo a sofrer mais alterações durante o romantismo do século XIX. Nessa fase, e obedecendo à filosofia então corrente de valorizar as obras do passado à luz de uma visão ideal poética, o castelo foi alvo de adulterações de índole decorativa, incluindo o coroamento uniforme das muralhas por ameias e merlões.

O castelo foi entregue ao Exército português na segunda metade do século XIX, sob a responsabilidade do comandante da Escola Prática de Engenharia de Tancos, a que está afecto até aos nossos dias. 

No século XX foi classificado como Monumento Nacional de Portugal por Decreto de 16 de Junho de 1910. À época do Estado Novo português o conjunto foi adaptado para Residência Oficial da República Portuguesa, aqui tendo lugar alguns importantes eventos oficiais. Para esse fim, novas intervenções foram promovidas nas décadas de 1940 e de 1950, reforçando aspectos de uma ideologia de nacionalidade cultivada pelo regime à época. 

No início de Junho de 2006 foram inaugurados dois novos cais para embarcações turísticas: um na margem direita do rio Tejo e outro na zona Sul da ilha. 

Em setembro de 2013, iniciaram-se os trabalhos de beneficiação das muralhas e intervenção na torre de menagem do Castelo de Almourol para criar um espaço museológico.

As obras, que se prolongarão por seis meses e implicam um investimento na ordem dos 500 mil euros, incidirão em diversas zonas de desagregação dos panos da muralha e das torres, com a sua impermeabilização, drenagem das águas e beneficiação das muralhas.

A intervenção na torre de menagem incidirá na substituição do actual terraço, na colocação de uma escada metálica de circulação vertical e na instalação de um sistema expositivo de conteúdos referentes aos Templários, visando preservar e proteger o monumento e possibilitando-lhe melhores condições de acessibilidade e circulação.

 

Características

A construção, em cantaria de granito e alvenaria argamassada, é de planta irregular (orgânica), reflexo da irregularidade do terreno, e apresenta uma divisão demarcada em dois níveis, um exterior inferior e outro interior mais elevado. 

O primeiro nível acede-se através da entrada principal onde se encontram lápides que fazem referência à intervenção de Gualdim Pais e onde são mencionados o nome do obreiro e o ano em que a intervenção tomou lugar. Neste espaço as muralhas apresentam nove altas torres circulares (quatro equidistantes a oeste, e cinco a leste) encontrando-se aqui também a porta da traição e vestígios do que terá sido um poço.

Subindo alguns degraus e atravessando outra porta entra-se no segundo nível, a zona interior mais elevada onde se ergue a torre de Menagem quadrangular, elemento característico dos templários, erguida no século XII. Esta estrutura de três pisos apresenta já só as sapatas como elemento original (onde se apoiaria o vigamento de madeira) e uma cruz patesca acima da janela, símbolo adoptado pelos templários. Aqui os panos de muralhas coroadas por merlões e seteiras apresentam escadarias que fazem o acesso ao topo da muralha e ao caminho que o percorre, o adarve. A comunicação entre as diversas partes do castelo pode ser feita através de várias passagens de cantaria.

Pelo ilhote, outros caminhos foram construídos, permitindo não só o percurso pela vereda que abraça o castelo, como também a possibilidade de vislumbrar de várias perspectivas a paisagem envolvente. 

 

A questão epigráfica

Sobre a porta principal do castelo, uma inscrição epigráfica datada da era de 1209 (1171), menciona, além da naturalidade bracarense de Gualdim Pais e da sua ação militar contra os muçulmanos no Egito e na Síria, a sua ascensão à chefia da Ordem do Templo em Portugal e subsequente construção dos castelos de Pombal, Tomar, Zêzere, Cardiga e Almourol (…factus domus Templi Portugalis procurator, hoc construxit castrum Palumbare, Tomar, Ozezar, Cardig, et hoc ad Almourol), evidenciando que, naquele ano, o castelo de Almourol se achava, como os demais indicados, já construído. Entretanto, uma segunda inscrição, sobre a porta interior, informa ter sido na era de 1209 que Gualdim Pais edificou o Castelo de Almourol. Uma terceira inscrição, sobre a porta da sacristia da igreja do Convento de Tomar.

 

 

 

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70469/

Castelo de Almourol

 

Designação                            Castelo de Almourol

Outras Designações              Castelo de Almorol (designação do diploma de classificação)

Categoria / Tipologia              Arquitectura Militar / Castelo

 

Localização

Divisão Administrativa           Santarém / Vila Nova da Barquinha / Praia do Ribatejo

Endereço / Local                   Ilha de Almourol

 

Proteção

Situação Actual                     Classificado

Categoria de Protecção        Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia                             Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910

 

 

 

Outros importantes sites acerca do Castelo de Almourol:

http://www.cm-vnbarquinha.pt/index.php/visitar-2/castelo-de-almourol

 

http://fortalezas.org/?ct=fortaleza&id_fortaleza=1938&muda_idioma=ES

 

 

 

 

 

2 - Rei D. Afonso Henriques 

https://www.parlamento.pt/VisitaParlamento/Paginas/BiogDAfonsoHenriques.asp

Afonso Henriques o "Conquistador" (ca. 1108-1185)

 

Afonso Henriques foi o primeiro rei de Portugal e era filho do Conde de Borgonha, D. Henrique, cruzado que veio para a Península Ibérica auxiliar o rei de Leão e de Castela na guerra contra os mouros, ficando depois a governar o Condado Portucalense.

A Batalha de S. Mamede, em 24 de junho de 1128, em que derrotou os partidários de sua mãe, D. Teresa de Aragão marca o início da governação do Condado Portucalense por D. Afonso Henriques.

Este empenhou-se sobretudo na reconquista do território aos mouros. Com a vitória alcançada na batalha de Ourique em 1139 auto-proclamou-se rei. Contudo, este título só lhe é confirmado em 1179 pela Bula Papal Manifestis Probatum.

De entre as suas conquistas destaca-se a tomada aos mouros de Santarém, Lisboa (com a ajuda dos Cruzados), Évora e Beja.

Afonso Henriques fundou ainda os Mosteiros de Santa Cruz (Coimbra), onde está sepultado, Santa Maria (Alcobaça), São João Baptista de Tarouca e São Vicente de Fora (Lisboa). Criou duas Ordens Militares: a da Ala e a de São Bento de Aviz.

 

 

 

 

 

3 - Gualdim Pais

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gualdim_Pais#/media/File:Tomar_036.jpg

Monumento a D. Gualdim Pais, Tomar.

Carlos Luis M C da Cruz - 2009

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Her%C3%B3is_de_Portugal

Heróis de Portugal

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Cavaleiros_Templ%C3%A1rios_de_Portugal

Cavaleiros Templários de Portugal

 

 

 

 

 

4 - Palmeirim de Inglaterra

https://archive.org/details/cronicadepalmeir02mora

Cronica de Palmeirim de Inglaterra: primeira, e segunda parte 

Obra atribuída a Francisco de Morais ou a Luis Hurtado. 

Digitização pela Universidade de Toronto

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Romances_de_cavalaria_portugueses

Romances de cavalaria portugueses

 

Os romances de cavalaria foram um género literário de grande sucesso em Portugal nos séculos XV e XVI, de jeito paralelo aos romances de cavalaria espanhóis da mesma época.

A autoria portuguesa do Amadis de Gaula é discutida, embora os textos mais antigos dessa obra que se conservam estejam em castelhano. Porém, independentemente desta obra, outros romances de cavalaria foram produzidos em Portugal, enumerados no catálogo de Pascual de Gayangos y Arce, publicado em 1857:

Palmeirim de Inglaterra, de Francisco de Moraes (Livro I, Toledo, 1547, e Livro II,) 

 

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Palmeirim_de_Inglaterra

Palmeirim de Inglaterra

 

O Palmeirim de Inglaterra, de nome completo Crónica do famoso e muito esforçado cavaleiro Palmeirim d´Inglaterra, é um romance de cavalaria português escrito por Francisco de Morais (1500-1572), entre 1541 e 1543. O livro possui algumas lembranças autobiográficas do autor. É considerado um dos melhores romances de cavalaria do século XVI, e foi como tal elogiado por Cervantes em Dom Quixote.

 

Relação com outros livros

Cronologicamente, o livro é o quarto do popular ciclo hispano-português dos Palmerins, inaugurado com Palmerim de Oliva (Salamanca, Juan de Porras, 1511), Primaleón (Salamanca, Juan de Porras, 1516) e Platir (Valladolid, Nicolás Tierri, 1533), do qual provém, a temática e a maioria dos personagens. Não é continuação do terceiro livro, Platir (1533), mas do segundo, Primaleão.

Embora contenha considerável matéria original, Palmeirim de Inglaterra revela uma forte influência do Amadis de Gaula, bem como das Sergas de Esplandián, de Garci Rodríguez de Montalvo.

 

Continuação

A obra foi continuada em português por Diogo Fernandes em Duardos de Bretanha (terceira e quarta parte de Palmeirim de Inglaterra) e esta por Baltazar Gonçalves Lobato em Clarisol de Bretanha (quinta e sexta parte). Também houve uma continuação italiana, escrita por Mambrino Roseu.

 

Composição

Palmeirim de Inglaterra consta de dois livros, o primeiro dividido em 101 capítulos e o segundo por 66. A edição mais antiga que se conhece é a publicada em Toledo (em 1547 o primeiro livro e em 1548 o segundo), com o título de "Livro do muito esforçado cavaleiro Palmerim de Inglaterra filho do rei Dom Duardos", no qual é atribuído em versos acrósticos a um Luis Hurtado de Toledo, que devia ser então muito jovem. Em português, a versão impressa mais antiga que se conhece é a publicada por André de Burgos em Évora em 1567, com o título de "Crónica de Palmeirim de Inglaterra".

  

Elogios de Miguel de Cervantes

Diz Cervantes no Dom Quixote:

«abrindo outro livro, viu que era Palmerim de Oliva, e junto a ele estava outro que se chamava Palmerim de Inglaterra; o qual visto pelo licenciado, disse: - Dessa oliva façam ralhas e queime-se, que ainda não fiquem dela as cinzas; e dessa palma de Inglaterra guarde-se e preserve-se como a coisa única»

— Dom Quixote , Capítulo VI

Assim, Cervantes salvava o Palmerim de Inglaterra da fogueira do pátio de Dom Quixote, salvamento de livros de cavalaria no que apenas acrescentava o Amadis de Gaula e Tirant lo Blanc.

 

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Moraes_Cabral

Francisco de Moraes Cabral

 

 

Francisco de Moraes Cabral (ou Francisco de Morais Cabral) (Bragança, 1500? - Lisboa ou Évora,1572) foi um escritor português, autor da obra Palmeirim de Inglaterra, contribuiu para a difusão das novelas de cavalaria na língua portuguesa.

 

Biografia

Conhece-se pouco sobre a vida de Francisco de Moraes. Sabe-se que em 1539 era «moço da câmara» do Cardeal Infante. Serviu como secretário pessoal de D. Francisco de Noronha, embaixador de D. João III de Portugal na corte de Francisco I da França, escrevendo durante as suas duas viagens a Paris (1540 e 1546), o livro de cavalarias Palmeirim de Inglaterra, um derivado do Amadis de Gaula, quarto da série dos Palmeirins, que teve bastante sucesso por toda Europa, particularmente na Inglaterra, sendo reimpressa várias vezes.

Também foi autor de uma obra autobiográfica, "Desculpas de uns amores", que seria publicada postumamente em 1624.

 

 

 

 

 

 

VEJA OS DOIS SEGUINTES VÍDEOS

 

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1 - https://www.youtube.com/watch?v=ZaEaUacaDgg

The Templars in Almourol ( Os templários em Almourol) - Carregado a 31/07/2007 

Hugo de Almeida

https://www.youtube.com/channel/UCJ_znpiGFPZRG1gM2_6U7CQ

Um pequeno documentário sobre a ordem templária e a sua influência num dos mais bonitos castelos de Portugal.

Directed, Produced & Edited by: Hugo Almeida

Script/guião: Silvia Caneco

Narrator/Locução: Teresa Silva

Filmagens: Hugo Almeida & Fernando Isidoro

 

Também em: 

https://www.youtube.com/watch?v=9z1c-gJcoyM

Os Templários em Almourol - Carregado a 12/01/2009

CMBarquinha 

A presença templária no Castelo de Almourol, fortaleza reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171.

À época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, constituindo um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. 

O monumento é o ex-libris do Concelho de Vila Nova da Barquinha. 

Cercado pelas águas do rio Tejo, destaca-se num maciço granítico de uma ilhota do Tejo, entre Vila Nova da Barquinha e a Praia do Ribatejo.

A singular localização do Castelo torna-o um dos mais bonitos monumentos do país, tendo sido considerado Monumento Nacional em 1910

Foi um dos 21 finalistas da eleição das 7 Maravilhas de Portugal.

 

 

 

 

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2 - https://www.youtube.com/watch?v=sGv8kOHKEig

Vista aérea do Castelo de Almourol 

Portugal visto do Ceu

Publicado a 05/10/2014

https://www.youtube.com/channel/UCZEeB_dH9ftCPc9IfEA50yg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Testemunhos

 

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                                                                    Deus, de Giovanni Bellini (1)

 

 

 

 

 

                               Obrigado, Pai do Céu, pelo dia de hoje.

                  Obrigado pelas bênçãos que tens derramado sobre mim!

                    Obrigado pelos amigos que Tu pões no meu caminho!

      Obrigado pela minha vida… Pelos Irmãos que Tu me dás… Pela minha fé!

                             Pequei muitas vezes durante a minha vida.

                              Peço-te perdão por esses meus pecados.

                     Eu sei que Tua Expiação foi feita por minha causa.

      Por isso Te prometo que daqui em diante eu procurarei merecer o Teu Amor.        

 

 

 

   

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                                   Auto-retrato de Giovanni Bellini (1500)  (2)

 

 

 

 

 

1 - Deus, de Giovanni Bellini

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:God_the_Father#/media/File:Giovanni_bellini,_padre_eterno.JPG

Deus, de Giovanni Bellini

I, Sailko - 2011

 

 

 

2 - Auto-retrato de Giovanni Bellini (1500)

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Giovanni_Bellini?uselang=pt#/media/File:Giovanni_Bellini_Felt%C3%A9telezett%C3%96narck%C3%A9peKJ.jpg

Auto-retrato de Giovanni Bellini (1500)

Digitalização de Régi könyvből

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Giovanni_Bellini

Giovanni Bellini

 

Giovanni Bellini, também chamado em sua terra natal de Giambellino, (Veneza, c. 1430 - idem, 1516) foi um pintor do Renascimento. O mais famoso de uma família de pintores de mesmo sobrenome, era cunhado e amigo de Mantegna, e teve Tiziano entre seus aprendizes. É considerado como renovador da pintura da escola veneziana, movendo-a para um estilo mais sensual e policromático. Pelo uso de cores claras de lenta secagem, Bellini criou sombras detalhadas, profundidade e ricos coloridos. Suas fluentes e coloridas paisagens tiveram um grande efeito no seu tempo.

  

Biografia

Primeiros anos

Bellini começou a desenhar na casa de seu pai Jacopo Bellini, e sempre viveu e trabalhou em fraternal relação com seu irmão Gentile, também pintores. Existem evidências que os irmãos serviram como assistentes do pai até perto dos trinta anos, em trabalhos em Veneza e Pádua. Nos primeiros trabalhos de Giovanni vemos a forte influência da escola de Pádua, especialmente de Mantegna, em detrimento do estilo mais gracioso e fácil do pai. Essa influência se mostra até depois que Mantegna parte para Mântua em 1460. Os primeiros sinais de independência, numa fraternal rivalidade, aparecem em A Agonia no Horto, que tinha uma tela com o mesmo tema, ambas tiradas de um desenho de Jacopo (hoje no Museu Britânico), Em todas suas obras iniciais, Giambellino combina a severidade do desenho e a rigidez complexa do drapeado da escola de Pádua com sua própria sensibilidade, sentimento religioso e condição humana. Ele é todo executado em têmpera antiga, diluindo a tragédia da cena com um novo e belo efeito romântico de côr.

(...) Sua última obra foi Festa dos Deuses, para o duque Afonso de Ferrara, mas morreu antes de terminar, tarefa legada a seus pupilos.

 

Legado

Tanto artisticamente quanto pessoalmente, a carreira de Giovanni Bellini foi, na maior parte do tempo, serena e próspera, da juventude à velhice, como aconteceu com vários artistas do início do Renascimento. Viveu para ver sua própria escola brilhar sobre a de seus rivais, os Vivarini de Murano. Personalizou muito do esplendor de Veneza no seu tempo e viu sua influência propagada por um time de pupilos, dois dos quais se pode dizer sem demérito terem superado o mestre, Giorgione, que só viveu mais cinco anos, e Tiziano, que alcançou glória própria, vivendo muitos e frutíferos anos.

Em uma perspectiva histórica, Bellini foi fundamental para o desenvolvimento do Renascimento Italiano por sua incorporação de novas estéticas e técnicas, muitas aprendidas com Antonello de Messina, que trouxe novidades de sua temporada em Flandres. Popularizou o uso de tintas a óleo, diferente da têmpera usada naquele tempo pela maioria dos pintores. Introduziu também modificações no simbolismo, que podemos ver em obras como São Francisco em Êxtase e no altar de 'San Giobbe, onde usou temas religiosos por meio de elementos naturais. Contribuiu grandemente com a arte suas experiências com o uso da cor e de tintas a óleo na criação de uma nova atmosfera artística.

 

Algumas Obras 

Madona Willys. Museu de Arte de São Paulo

A Transfiguração, (1455), Veneza;

Pietà, (1460), Brera, Milão;

Poliptico de São Vicente Ferreri, (1464), basilica de São João, Veneza;

A Coroação da Virgem, retabulo de Pesaro, (1473), museu Civici, Pesaro;

A Ressureição de Cristo, (1475-1479), Berlim;

Extase de São Francisco, (c. 1480), Frick Collection, Nova Iorque;

A transfiguração, (c. 1485), Capodimonte, Nápoles;

 

 

 

http://www.clio.fr/BIBLIOTHEQUE/bellini_ou_la_naissance_de_l_ecole_venitienne_.asp

Vida e obra do pintor Giovanni Bellini

 

 

 

 

Humorísticas

 

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                                                                     Exército Português em Tancos  (1)

 

 

 

 

 

                                             NA MESMA MOEDA!

 

                      

 

                                              O Zé Rabelo, coitado,

                                              nas sortes foi apurado

                                              p´ra servir a Infantaria. 

                                              A sua terra deixou 

                                              e aborrecido entrou

                                              p´lo quartel um certo dia.

 

 

 

                                              Começou o sacrifício

                                              das marchas, grande suplício

                                              para o bom do Zé Rabelo!

                                             “Em frente, marche! Direito! 

                                               Ponha p´ra fora esse peito!...

                                              ´squerda volver! Seu camelo!”

 

 

 

                                             Mas a folga veio um dia

                                             e o Zé pensa na Maria 

                                             começando a suspirar!

                                             De saudades já roído 

                                             e sem fazer alarido

                                             uma carta foi comprar.

 

 

 

                                             Mas nisto o “nosso primeiro”

                                             diz-lhe num tom galhofeiro:

                                             “Mas tu sabes escrever?”

                                             “Nan senhor…  Eu borro a carta…

                                              Nan faz mal… O raio que a parta…

                                              … A gaja nan sabe ler!”

 

 

 

 

          Celso Sacavém        celsosacavem.blogs.sapo.pt       @celso.pereira.525

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                                    19980084_1DsiE.jpeg

                                            Abertura de uma carta de amor    (2)

 

 

 

 

 

1 -  Exército Português em Tancos.

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Portuguese_Army?uselang=pt#/media/File:Exercise_TRIDENT_JUNCTURE_(22405521195).jpg

Um membro do Exército Português fornece a soldados do exército canadiano uma explicação do modo de funcionamento da metralhadora MG-42, em Tancos. Portugal participa na JOINTEX 15, como membro da NATO - exercício TRIDENT JUNCTURE, em 22 de outobro de 2015.

Fotografia: Alex Parenteau, do Exército Canadiano.

 

 

 

 

 

2 - Abertura de uma carta de amor

https://en.wikipedia.org/wiki/Love_letter#/media/File:Simonetti_-_Rothaarige_Frau_%C3%B6ffnet_gespannt_den_Liebesbrief.jpg

Amedeo Momo Simonetti : Abertura de uma carta de amor

Criador: Desconhecido

http://www.ak-ansichtskarten.de/ak/index.php?menu=90&shop=19698&card=1125772

AM Simonetti (Amedeo Momo Simonetti (Italiano, 1874-1922))

 

 

 

 

https://it.wikipedia.org/wiki/Amedeo_Simonetti

Amedeo Simonetti

 

 

Amedeo Momo Simonetti (Genova, 1874 - Roma, 1922) foi um pintor italiano.

 

Exposições

Participou em várias exposições organizadas pela Associação dos Aguarelistas de Roma. Em 1904 expôs "Impressione" na Mostra Internacional de Arte de Veneza.

 

 

 

 

 

 

Histórias breves de…

 

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   Festival Internacional de Chocolate de Óbidos (1)           O Cacaueiro  (2)

 

 

 

 

 

 

Histórias breves de…

 

O Chocolate

 

 

Aproveitando a visita que fazemos a Óbidos, por ocasião do Festival Internacional de Chocolate, apraz-me dizer algumas palavras sobre o assunto:

 

Hernán Cortés (1485/1547) navegador espanhol, foi talvez o primeiro europeu a saborear o gosto pelo cacau.

Cortés, acompanhado por 502 homens, pensou um dia conquistar o México. Porém, longe de ser recebido com hostilidade pelo Imperador que então governava (Moctezuma-1466/1520) foi recebido com pompa e circunstância já que, em vez de ser visto como guerreiro, foi-o como a reencarnação de Deus Quetzalcóatl.

A prevista matança foi transformada em dia de festa. Moctezuma recebeu o seu “ídolo” com hospitalidade, prodigamente regado, não com bebidas alcoólicas mas com uma bebida especial: o chocolate.

Cortés observou entretanto com muita atenção o modo como os Aztecas tratavam as sementes de cacau.

Intrigado, Cortés enviou para Espanha, uns quantos punhados de sementes.

Plantadas umas, feitas bebida outras, o chocolate passou a ser, desde então a “bebida dos reis”.

Foram os Olmecas (povo que viveu entre 1.500 a 400 anos antes de cristo) os primeiros seres humanos a usar o cacau como bebida, pelo que cultivavam o cacau em território mexicano. Foram no entanto os Maias (600 a.C.) e os Aztecas (1400 anos a.C.) os principais apreciadores da inebriante bebida.

A semente do cacau era, inclusivamente, usada como moeda de troca entre os povos durante as guerras que entre si eclodiam.

Os deuses ”Quetzalcóatl” (Azteca) e “Chak Ek Chuak” (Maia) foram os portadores das sementes do cacau para os seus povos.

Em 1502 Colombo chegou à Nicarágua, descobrindo numa piroga indígena, algumas sementes de cacau não lhes dando, no entanto, qualquer valor. Só mais tarde, em 1519, Cortés revelou ao mundo o quão preciosa era aquela semente.

Na Península Ibérica só em 1585 é que começou a desenvolver-se a indústria do chocolate. A partir daqui, esta indústria conheceu grande expansão, espalhou-se pela europa e pelo mundo.

A indústria do cacau conheceu diversas etapas. Assim o cacau em pó apareceu em 1828, na Holanda, em 1830 foi na Inglaterra que apareceram as primeiras tabletes, ou seja, o chocolate solidificado. Foi na Suíça que depois apareceu o chamado chocolate-leite.

É justo destacar a Nestlé, criada por Henri Nestlé, como o expoente máximo da indústria chocolateira no mundo.

Em Portugal sobressaíram as marcas Regina e Favorita.

 

 

 

 

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0Ans_21_06_2.jpg  0 Quetzalcoatl_1.jpg  0 Maya_Hieroglyphs_Fig_05.jpg

Reis com bebida de chocolate  (3)       Quetzalcóatl (4)            Chak Ek Chuak (5)

 

 

 

 

 

 

1 - Festival Internacional de Chocolate de Óbidos (2016)

http://www.festivalchocolate.cm-obidos.pt/

Página Oficial do Festival Internacional de Chocolate de Óbidos

 

 

 

 

2 - O Cacaueiro 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cacau#/media/File:Cocoa_Pods.JPG

O Cacaueiro com frutos em diferentes níveis de maturação, no Jardim Botânico do Havai. Fotografia de Medicaster. - 2006

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cacau

Cacau

 

 

Classificação científica - Theobroma cacao L.

 

O cacaueiro (Theobroma cacao, que significa alimento dos deuses) é a árvore que dá origem ao fruto chamado cacau. É da família Malvaceae e a sua origem é a América do Sul. Atinge entre 4 a 8 metros de altura e possui duas fases de produção: temporão (março a agosto) e safra (setembro a fevereiro). O cacau é a principal matéria-prima do chocolate, feito por meio da moagem das suas amêndoas secas em processo industrial ou caseiro. Outros subprodutos do cacau incluem sua polpa, suco, geleia, destilados finos e sorvete.

Por ser plantado à sombra da floresta, o cacau foi responsável pela preservação de grandes corredores de mata atlântica no sul do Estado da Bahia no Brasil. Este sistema é conhecido como "cacau cabruca", do termo "brocar" (ralear). Recentemente, foi criado o Instituto Cabruca que, junto com outras instituições ambientalistas, vem desenvolvendo projetos de pesquisas e extensão sobre o tema, estudando formas de manter essa vegetação nativa associada ao cacau.

 

 

 

 

 

3 - Reis com bebida de chocolate

https://pt.wikipedia.org/wiki/Chocolate#/media/File:Ans_21_06_2.jpg

Trecho do Códice Zouche-Nuttall no qual há uma representação de dois reis da cultura mixteca compartilhando uma bebida de chocolate.  Mat Jones – 2005

http://www.mexicolore.co.uk

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Olmecas

Olmecas

 

Os Olmecas são a designação do povo e da civilização que estiveram na origem da antiga cultura pré-colombiana da Mesoamérica e que se desenvolveram nas regiões tropicais do centro-sul do atual México durante o pré-clássico, próximo de onde hoje estão localizados os estados mexicanos de Veracruz e Tabasco, no Istmo de Tehuantepec, numa zona designada área nuclear olmeca. A cultura olmeca floresceu nesta região aproximadamente entre 1500 e 400 a.C., e crê-se que tenha sido a civilização-mãe de todas as civilizações mesoamericanas que se desenvolveram posteriormente. No entanto, desconhece-se a sua exacta filiação étnica, ainda que existam numerosas hipóteses colocadas para tentar resolver esta questão. O etnónimo olmeca foi cunhado pelos arqueólogos do século XX, e não devem confundir-se com os muito posteriores olmecas-xicalancas que ocuparam vários locais do México central, como Cacaxtla.

 

 

 

 

4 - Quetzalcóatl

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quetzalc%C3%B3atl#/media/File:Quetzalcoatl.svg

Quetzalcóatl, o Deus da Sabedoria na cultura Asteca. No Codex Borgia, Eddo – 2011.

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Astecas

Astecas

 

  

Império Asteca

Localização            América do Norte 

 

Os povos astecas eram certos grupos étnicos da região central do atual México, em particular os grupos que falavam a língua náuatle e que dominaram grande parte da Mesoamérica entre os séculos XIV e XVI. As palavras em náuatle aztecatl (singular) e aztecah (plural) significam "povos de Aztlán", um lugar mitológico para a cultura de língua náuatle e mais tarde adotado como termo definidor da própria cultura. Muitas vezes o termo "asteca" refere-se exclusivamente aos povos astecas da cidade de Tenochtitlan (hoje o local da Cidade do México), que localizava-se em uma ilha no antigo lago Texcoco e que se referiam a si mesmos como Mexica Tenochca ou Cōlhuah Mexicas.

 

 

 

 

5 - Chak Ek Chuak

https://en.wikipedia.org/wiki/Ek_Chuaj#/media/File:Maya_Hieroglyphs_Fig_05.jpg

O Deus Maia pelo qual eram feitas ofertas de chocolate em funerais de pessoas de prestígio.

Por Sylvanus Griswold Morley (1883–1948) – “A Introdução ao estudo dos Hieróglifos Maias” disponível gratuitamente no Projecto Gutenberg

Descrito como Ek Ahau, um Deus da Guerra de acordo com Morley, mas identificado como Ek Chuah, de acordo com outras fontes. 1915

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sylvanus_Griswold_Morley

Sylvanus Griswold Morley 

Sylvanus Griswold Morley (1883 -1948) foi um arqueólogo e epigrafista norte-americano que contribuiu de forma significativa para o estudo da civilização maia pré-colombiana no início do século XX.

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o_maia

Civilização maia

 

A civilização maia foi uma cultura mesoamericana pré-colombiana, notável por sua língua escrita (único sistema de escrita do novo mundo pré-colombiano que podia representar completamente o idioma falado no mesmo grau de eficiência que o idioma escrito no velho mundo), pela sua arte, arquitetura, matemática e sistemas astronómicos. Inicialmente estabelecidas durante o período pré-clássico (1000 a.C. a 250 d.C.), muitas cidades maias atingiram o seu mais elevado estado de desenvolvimento durante o período clássico (250 d.C. a 900 d.C.), continuando a se desenvolver durante todo o período pós-clássico, até a chegada dos espanhóis. No seu auge, era uma das mais densamente povoadas e culturalmente dinâmicas sociedades do mundo.

 

 

 

 

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     Henri Nestlé (1800) (6)          Chocolate de Leite  (7)                 Sede da Nestlé (8)

 

 

 

 

 

6 - Henri Nestlé (1800)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Chocolate#/media/File:Henry_Nestle.jpg

Henri Nestlé, fundador da Nestlé, foi um dos criadores, juntamente com Daniel Peter, do Chocolate de Leite

  

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Nestl%C3%A9

Henri Nestlé

Henri Nestlé (Frankfurt, 1814 – Glion, 1890) foi o fundador da Nestlé Alimentos S.A. com sede em Vevey na Suíça. A Nestlé é uma das maiores empresas que fabricam alimentos, bebidas e chocolates do mundo na atualidade. Foi ele quem criou a Farinha Láctea Nestlé. Na Suíça, as crianças da época estavam tendo sérios problemas de desnutrição, sendo que algumas delas chegaram até a perder a vida e Henri Nestlé, que era farmacêutico, resolveu desenvolver um alimento que contivesse todos os nutrientes necessários para as crianças.

 

  

https://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Peter

Daniel Peter

Daniel Peter (Vevey, 1836 – 1919) foi um famoso chocolateiro suíço. Ele foi o primeiro fabricante a fazer uma barra de chocolate de leite em 1875. Peter começou sua carreira como doceiro na sua cidade natal Vevey. O chocolateiro suíço, teve a ideia de usar leite em pó, inventado pelo químico Henri Nestlé em 1867, para fazer o chocolate ao leite.

 

 

 

 

7 - Chocolate de Leite  (7)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Chocolate#/media/File:Schokolade-braun.jpg

O Chocolate suiço, a tablete no topo tem um centro de leite, a seguinte é de avelãs, a debaixo é de pistácio. Fotografia de Simon A. Youngster – 2010.

 

  

 

 

8 - Sede da Nestlé (8)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Nestl%C3%A9#/media/File:NestleHQ.jpg

Sede da Nestlé às margens do Lago Léman, Suíça. 2008

 

 

 

 

 

Outros Festivais do Chocolate:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Festival_do_Chocolate

Festival do Chocolate

O Festival do Chocolate é um evento realizado desde 2005 no município de Ribeirão Pires, Estado de São Paulo, Brasil.

 

https://en.wikipedia.org/wiki/EuroChocolate

EuroChocolate

EuroChocolate é um evento anual em Perugia, Itália.

 

 

 

 

 

Terras de Portugal

 

 

 

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                                                                                       Terceira - Açores (1)

 

 

 

 

 

                                                             Açores!

 

 

 

                                                    Os Açores

                                                    são as ilhas dos Amores

                                                    irisadas por mil cores

                                                    paraíso terreal.

 

 

 

                                                    Açores

                                                    Se tu um dia lá fores

                                                    Perder-te-ás nos fulgores

                                                    dessa gente sem igual.

 

 

 

                                                    Açores

                                                    Onde o povo, nos andores,

                                                    levam hinos, levam flores

                                                    em soberbas procissões…

 

 

 

                                                    Açores

                                                    Ilhas de lindos alvores

                                                    onde suaves calores

                                                    aquecem os corações.

 

 

 

                                                    Açores

                                                    Fantasias multicores

                                                    onde os Deuses são pintores

                                                    duma pintura irreal…

 

 

 

                                                    Açores

                                                    Ilhas onde, sem favores,

                                                    se misturam os odores

                                                    das flores de Portugal.  

 

 

 

 

            Celso Sacavém        celsosacavem.blogs.sapo.pt         @celso.pereira.525

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                                                    Hortênsias azuis (2)

 

 

 

 

 

1 - Terceira - Açores

https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7ores#/media/File:Vista_sobre_Angra_do_Heroismo.jpg

Vista de Angra do Heroísmo: uma das principais cidades açorianas e sede da Diocese de Angra, na Ilha Terceira; ao fundo, o Monte Brasil. Fotografia de Concierge.2C.

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7ores

Os Açores, oficialmente Região Autónoma dos Açores, são um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa, situado no Atlântico nordeste.

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Montanha_do_Pico

A Montanha do Pico, a montanha mais alta de Portugal com os seus 2 351 m acima do nível médio do mar. A Montanha do Pico é um estrato vulcão. (...) Fica na ilha do Pico, nos Açores.

 

 

 

 

 

2 - Hortênsias azuis

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hydrangea_macrophylla#/media/File:Hydrangea_macrophylla_-_Hortensia_hydrangea.jpg

Hortênsia (em solo ácido). Fotografia de Raul654.

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hydrangea_macrophylla

Hydrangea macrophylla (Thunb.) Ser., conhecida pelos nomes comuns de hortênsia, novelão, hidrângea ou hidranja, é uma espécie fanerógama arbustiva pertencente ao género Hydrangea, nativa do Japão e China, mas actualmente cultivado como planta ornamental em todas as regiões temperadas e subtropicais. A espécie, de que existem múltiplos cultivares, apresenta flores rosadas ou azuis dependendo do pH do solo: em solos ácidos as flores são azuis, enquanto em solos alcalinos são cor-de-rosa.

 

 

 

 

Monografias - Terras de Portugal

 

 

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 Real Abadia de Alcobaça com muro (1750) (1)             Mosteiro de Alcobaça (2)

 

 

 

 

 

 

 

Monografias - Terras de Portugal

 

Algumas palavras sobre Alcobaça

 

 

 

 

Falemos, sucintamente do Mosteiro de Alcobaça.

 

É neste mosteiro que repousam Pedro e Inês, esse par que entrou, definitivamente no imaginário de todos os namorados.

 

O Mosteiro de Alcobaça, que na realidade se chama Real Abadia de Santa Maria Alcobaça, é um sumptuoso edifício onde, no seu interior, passam as águas do Rio Baça.

 

Começou a ser edificado em 1178, por vontade de D. Afonso Henriques e foi concluído setenta e cinco anos depois.

 

É neste mosteiro que funcionaram as primeiras aulas de Gramática, Teologia e Lógica, ministrados pelos Monges de Cister.

 

Durante todo o tempo da sua existência o mosteiro sofreu cobiças, especialmente a partir das invasões francesas cujas tropas, quais abutres, tudo saqueavam à sua passagem.

 

O mosteiro tem uma fachada de quarenta de dois metros de altura. Foi construído nos terrenos doados por D. Afonso Henriques, nos quais a exploração agrícola era bastante assinalável.

 

Alcobaça é, ainda hoje, um centro frutífero de grande envergadura.

 

A Igreja do Mosteiro tem cento e seis metros de comprimento, cerca de dezassete metros de largura e vinte metros, aproximadamente de altura, o que a torna a maior igreja de Portugal.

 

A nave central tem doze secções apoiadas em vinte e quatro colunas. As duas naves laterais suportam uma magnífica abobada ogival.

 

Tanta grandiosidade, a contrastar com a modéstia dos Monges de Cister, são o nosso grande orgulho.

 

Dos saques de que o mosteiro foi vítima, escaparam, como que por milagre, os túmulos de D. Pedro e de D. Inês de Castro.

 

Os corpos destes dois enamorados foram recebidos no mosteiro em 1361, o de D. Inês e em 1367, o de D. Pedro.

 

Podemos admirar, no interior do mosteiro, o retábulo da morte de São Bartolomeu, do século XVII, a fonte manuelina, do século XVI, a capela-relicário em talha dourada e sua famosa cozinha do século XVII, por onde o Baça passa.

 

Mas Alcobaça não e só o seu mosteiro.

 

Na localidade podia admirar-se o seu vetusto Castelo (que nasceu árabe e desapareceu com o terramoto de 1755, o tal que destruiu Lisboa).

 

Pode ainda ver-se e admirar, a Ermida Barroca da Senhora do Desterro, com azulejos de rara beleza, e a Igreja da Misericórdia.

 

Visitemos as nossas terras, bendigamos todos aqueles que, de algum modo, construíram o nosso Portugal.

 

 

 

 

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0 igreja do Alcobaça-CentralAisle.jpg   0 D._Pedro_I_de_Portugal.png 0 Túmulo_de_D._Inês_de_Castro.jpg

         Igreja do Mosteiro  (3)          Rei D. Pedro I  (4)     Túmulo de D. Inês de Castro  (5)  

 

 

 

 

 

 

1 - Real Abadia de Alcobaça com muro (1750) 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Alcoba%C3%A7a#/media/File:Alcobaca.mosteiro.1750.JPG

Gravura da Real Abadia de Alcobaça com muro, antes de 1750. Autor desconhecido. Gravura encontrada em "Mapa Topográfico" na preparação da construção de uma estrada entre Rio Maior e Leiria; Relatório Nº CB 25 do Instituto Português do Património Arquitectónico, 1999, Lisboa, pág. 15 de J. Pedro Tavares.

 

 

 

 

2 - Mosteiro de Alcobaça 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Alcoba%C3%A7a#/media/File:Alcobaca_-_Front.jpg

Fachada principal. Fotografia de Ingo Mehling - 2013

 

 

 

 

Páginas Oficiais do Mosteiro de Alcobaça:

 

http://www.mosteiroalcobaca.pt

Mosteiro de Alcobaça

 

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-mundial/portugal/

DGPC/Património Cultural: Património Mundial em Portugal

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Alcoba%C3%A7a

Mosteiro de Alcobaça

 

 

Nomes alternativos       Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça

Tipo                               Mosteiro

Estilo dominante           Gótico, Manuelino, Maneirismo, Barroco

Início da construção      século XII

Inauguração                  1252 (sagração)

 

 

Património Nacional - Classificação: Monumento Nacional

Data    1910

 

Património da Humanidade - Critérios: C (i) (iv)

Data    1989

 

 

 

O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, também conhecido como Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça ou mais simplesmente como Mosteiro de Alcobaça, é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Foi começado em 1178 pelos monges de Cister. Está classificado como Património da Humanidade pela UNESCO e como Monumento Nacional, desde 1910, IPPAR. Em 7 de Julho de 2007, foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. Em 1834 os monges foram forçados a abandonar o mosteiro, na sequência do decreto de supressão de todas as ordens religiosas de Portugal, promulgado por Joaquim António de Aguiar, ministro dos negócios eclesiásticos e da justiça do governo da regência de D. Pedro, Duque de Bragança.

 

História

No fim do século X organizou-se em Cluny, na Borgonha, um novo mosteiro beneditino que procurava renovar a Regra de S. Bento. As igrejas cluniacenses eram cheias de belos elementos decorativos. A Regra de São Bento foi sendo "aligeirada" e alguns monges abandonam o seu mosteiro de Molesmes para fundarem um novo mosteiro em Cister. Os religiosos de Cister deviam viver do seu trabalho, não acumular riquezas, e os mosteiros seriam edificados em lugares ermos, sem qualquer decoração. Bernardo de Claraval, que se recolhera em 1112 em Cister, donde saiu para fundar a Abadia de Claraval animou bastante esta reforma que restituiu à Regra de S. Bento todo o rigor inicial. Enquanto D. Afonso Henriques se empenhava na Reconquista, chegaram ao território português os monges Cistercienses que fundaram o Mosteiro de São João Baptista de Tarouca em 1140.

Afonso Henriques primeiro rei de Portugal doou e coutou muitas terras na região de Alcobaça a S. Bernardo, em cumprimento da promessa feita, em 1147, quando da conquista de Santarém. É de cerca de 1152 o começo da construção provisória do mosteiro em Alcobaça, sendo conhecida no mesmo ano uma referência ao seu abade. A carta de doação foi assinada por D. Afonso Henriques no ano seguinte, 1153. Se se comparar a planta da igreja do Mosteiro de Alcobaça com a da segunda igreja de Claraval, vemos que têm quase a mesma dimensão e disposição espacial.

Os primeiros monges de Alcobaça, monges brancos, tiveram uma acção civilizadora notável: em 1269 abrem a primeira escola pública. Também desempenharam acções de assistência e beneficência através da botica, a farmácia, e da esmola da portaria

No tempo do geral Fr. Sebastião de Sotomaior tomaram grande incremento as oficinas de imaginária da Abadia.

 

 

                                            0 Mosteiro_de_Alcobaca_Planta.svg.png

 

Planta do Mosteiro de Alcobaça 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Alcoba%C3%A7a#/media/File:Mosteiro_de_Alcobaca_Planta.svg

Autores: Karstenkascais (original em JPG) e por Waugsberg (versão SVG)   (2008)

 

Legenda:

1 - Igreja

2 - Sacristia Medieval

3 - Salão do Capítulo

4 - Parlatório

5 - Escada do Dormitório

6 - Salão dos Monges

7 - Cozinha

8 - Refeitório

9 - Lavabo

10 - Claustro de D. Dinis

11 - Claustro de D. Afonso VI

12 - Salão das Conclusões

13 - Salão dos Reis

14 - Ala Sul

15 - Panteão régio

16 - Capela do Senhor dos Passos

17 - Sacristia

18 - Capela de Nossa Senhora do Desterro

19 - Claustro da Levada

20 - Claustro do Rachadoiro

21 - Biblioteca.

 

 

 

 

 

3 - Igreja do Mosteiro 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Alcoba%C3%A7a#/media/File:Alcoba%C3%A7a-CentralAisle.jpg

Nave central numa fotografia de syvwlch - DSC_9403 (2007)   

 

 

 

 

4 - Rei D. Pedro I

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_I_de_Portugal#/media/File:D._Pedro_I_de_Portugal.png

O rei D. Pedro I de Portugal.

Desconhecido – www.sabado.pt      2014

 

 

 

 

 

5 - Túmulo de D. Inês de Castro

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Alcoba%C3%A7a#/media/File:T%C3%BAmulo_de_D._In%C3%AAs_de_Castro.jpg

Fotografia de SaraPCNeves - 2007

 

 

 

 

       039950cbdc833b5daaf3cf941244c4c8.jpg              05e4b22b9811a715dcd994e95730cef0.jpg

   Capela de Nossa Senhora do Desterro (6)              Interior da Capela  (7)

 

 

 

 

6 - Capela de Nossa Senhora do Desterro 

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70184

Vista geral da Capela de Nossa Senhora do Desterro localizada no Jardim das Murtas, cerca do Mosteiro de Alcobaça. Autor: David Machado, em colaboração com Wiki Loves Monuments

 

 

7 - Interior da Capela

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70184

Capela de Nossa Senhora do Desterro - Interior da capela-mor: retábulo-mor

 

 

 

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70184

Capela de Nossa Senhora do Desterro

  

Categoria de Protecção:

Classificado como MN - Monumento Nacional

Abrangido por outra classificação - Património Mundial

 

  

Nota Histórico-Artistica

Edificada na cerca do Mosteiro de Alcobaça muito próxima da sacristia da igreja cisterciense, a ermida de Nossa Senhora do Desterro destaca-se pela sua imponente fachada-retábulo barroca, característica de um período em que as fachadas assumem importância extrema enquanto elementos primordiais da arquitectura, intervindo directamente na dinamização do espaço urbano (PEREIRA, 1986, p. 36).

Desenhada em 1716 pelo Padre Frei Luís de São José, arquitecto ainda pouco estudado mas com obra de grande interesse, esta ermida representa um dos trabalhos mais significativos do artista, muito celebrado pelas fachadas-retábulo que concebeu, entre as quais se destacam a da presente igreja ou a da igreja de São Vicente em Braga, de 1713 (SERRÃO, 2003, p. 178).

 

 

 

                                            0 Joachim_of_Flora.jpg

                                                      Joaquim de Fiore (8)

 

 

 

 

8 - Joaquim de Fiore

https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_de_Fiore#/media/File:Joachim_of_Flora.jpg

Gravura medieval de Joaquim de Fiore, um monge benedito e filósofo milenarista (2005)

 

 

 

http://webpages.fc.ul.pt/~ommartins/images/hfe/momentos/medieval/escola%20de%20alcobaca%20plagio.doc.

A escola de Alcobaça

Por Carlos César Correia Gonçalves - Bibliotecário-Geral da ULHT

 

Resumo

Depois de se referir o ambiente onde se enquadra a Abadia de Santa Maria de Alcobaça, aponta-se o cunho aqui marcado da chamada “revolução escolar” do século XIII, em que os conteúdos e métodos de ensino se manifestam com um sentido novo, próprio das Universidades da época. Efectivamente, a Ordem de Cister vai na procura de se cercar do mais rigor e riqueza da Regra de São Bento. Entretanto o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça recebe uma doação de D. Afonso Henriques. A contribuição do Mosteiro para a cultura portuguesa foi bastante reduzida nos primeiros tempos de existência, limitando-se a pouco mais que as leituras rotineiras de Teologia e de ensino só para os monges. Porém, organizada a exploração dos coutos de Alcobaça e feita a pacificação da região, foi possível aos frades dedicarem-se à cópia e iluminações de documentos. No ensino, na Escola de Alcobaça, depois de só se ensinar Teologia, entre 1252 e 1276, depois de uma reforma dos estudos, começa-se a ministrar Gramática e Lógica. Todavia, a grande reforma do ensino, manifestou-se na transformação do ensino com a sua passagem para o público, o que até então era só para monges. Sabe-se que a partir do século XIII, o Mosteiro de Alcobaça se voltou para uma cultura universitária, vindo a ser precursor de uma nova Universidade.

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_de_Cister

Ordem de Cister

Ordem de Cister (Ordo cisterciensis, O. Cist. ou Sacer ordo cisterciensis, s.o.c.), também conhecida como ordem cisterciense, é uma ordem monástica católica reformada.

 

 

http://www.mosteiroalcobaca.pt/pt/index.php?s=white&pid=211

Cister em Alcobaça 

A criação de um plano cisterciense constituiu, na definição e distribuição das diversas edificações do Mosteiro de Alcobaça, um dos mais importantes factores de normalização dado que, com poucas e justificadas excepções, seria sempre semelhante em toda a cristandade. 

As principais dependências do conjunto seriam a Igreja, com orientação definida tal como acontecia com as edificações medievais anteriores e o Claustro, o verdadeiro centro nevrálgico do mosteiro, geralmente localizado a sul do templo, sendo que em Alcobaça e por questões topográficas, se localiza a norte. 

A referida orientação da Igreja significava o seu posicionamento num eixo poente-nascente, ficando a capela-mor virada para Oriente, ou seja, na direcção de Jerusalém e do túmulo de Cristo.

 

  

 

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