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Celso Sacavém

Os meus pensamentos

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Monografias - Terras de Portugal

 

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                                                                                       Castelo de Almourol (1)

                                             

 

 

 

 

Monografias - Terras de Portugal

 

Breve história do Castelo de Almourol

 

 

 

 

Situado na Província do Ribatejo, Distrito de Santarém, ergue-se o Castelo de Almourol.

Ergue-se altaneiro e vigilante, numa pequena ilha do Rio Tejo, entre Vila Nova da Barquinha e Constância.

Tem origem nos tempos remotos mas foi Gualdim Pais, Mestre da Ordem dos Templários, que em 1160 iniciou a construção e edificação do castelo, que foi dado por concluído em 1171.

Gualdim Pais, natural de Braga, foi um indómito guerreiro ao serviço de Dom Afonso Henriques.

Foi também um intrépido cruzado e, além do Castelo de Almourol, mandou edificar os Castelos de Tomar e da Idanha.

Gualdim Pais foi um português de rija tempera que trabalhou e lutou para que hoje tivessemos orgulho em pertencer a esta Pátria que Camões tão bem soube cantar.

O Castelo de Almourol, além do seu papel de sentinela vigilante do Pátrio território, guarda, nas suas pedras, muitas histórias e lendas de amor.

Narremos apenas uma: o Palmeirim de Inglaterra estava enamorado da bela Miroguarda.

Esta moura, acompanhada de Polinarda, foi tomada prisioneira do Gigante Almourol

Palmeirim, ao saber do facto, voltou à pátria disposto a disputar ao Gigante a libertação de Miroguarda.

Após uma longa e árdua disputa e já sem forças, Palmeirim começara a duvidar do sucesso da sua acção.

Mas estava-lhe reservada uma grande surpresa: o Gigante Dramusiando, que odiava o Gigante Almourol, pôs-se a seu lado e auxiliou-o a vencer, proporcionando aos dois amantes, a felicidade de poderem trocar um beijo de amor.

Esta é a história que se conta. Verdadeira ou não, ela fica a ilustrar quanto romantismo encerram as velhas pedras do Castelo de Almourol.

Ao olharmos, ao largo, o Castelo de Almourol, não podemos deixar de pensar naqueles portugueses de antanho que nos legaram coisas incríveis que nos aproximam uns dos outros, como irmãos, como filhos da mesma terra.

Consta que Camões, o príncipe dos poetas, também por aqui andou, a beber a água cristalina da lusitanidade, a mitigar a sede que a sua alma sentia, sedenta de desejos e de paixão.

Em suma, o Castelo de Almourol é um magnífico exemplar da arquitectura militar da época.

Não sendo hoje mais do que um monumento, o Castelo de Almourol é a marca sublime dum povo que, desde os primeiros dias, soube sofrer e soube vencer.

 

 

 

 

            Celso Sacavém       celsosacavem.blogs.sapo.pt       @celso.pereira.525

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 Rei D. Afonso Henriques (2)         Gualdim Pais (3)          Palmeirim de Inglaterra (4)

 

 

 

 

 

 

 

1 - Castelo de Almourol

https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Almourolcastle.jpg

Fotografia de Bruno Cruz - 2011

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Almourol

Castelo de Almourol

 

 

Início da construção       1171

Restauro                         século XIX (alterações significativas)

Proprietário inicial           Ordem dos Templários

Função inicial                  Militar (castelo)

Proprietário atual             Estado Português

Função atual                   Cultural

  

Património Nacional – Classificação: Monumento Nacional em 1910

 

  

O Castelo de Almourol, no Ribatejo, localiza-se na Freguesia de Praia do Ribatejo, Concelho de Vila Nova da Barquinha, Distrito de Santarém, em Portugal, embora a sua localização seja frequentemente atribuída a Tancos, visto ser a vila de onde se vislumbra melhor.

Erguido num afloramento de granito a 18 m acima do nível das águas, numa pequena ilha de 310 m de comprimento por 75 m de largura, no médio curso do rio Tejo, um pouco abaixo da sua confluência com o rio Zêzere, à época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, actual Região de Turismo dos Templários. Constitui um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. Com a extinção da Ordem do Templo o castelo de Almourol passa a integrar o património da Ordem de Cristo (que foi a sucessora em Portugal da Ordem dos Templários).

 

História

Antecedentes e toponímia

Embora os autores não sejam unânimes acerca da primitiva ocupação humana deste sítio, acreditando-se que remonte um castro pré-histórico, a pesquisa arqueológica trouxe à luz testemunhos do período romano (moedas do século I a.C.) e do período medieval (medalhas). Alguns autores, ainda, identificam em alguns trechos na base das muralhas, exemplos do aparelho construtivo de tipo romano.

A partir do século III, o sítio foi ocupado por outros grupos, nomeadamente os Alanos, os Visigodos e os Muçulmanos, estes últimos a partir do século VIII. No século XIII, a fortificação já existia, por eles denominada como Al-morolan (pedra alta). 

Não se pode precisar a origem do seu nome, assim como se torna difícil clarificar o significado e a própria grafia do qual são conhecidas variações: Almoriol, Almorol, Almourel, Almuriel. Outros autores estabelecem ligação com o termo Moron, que Estrabão teria referido como cidade situada à beira Tejo, ou com o termo Muriella, que consta da descrição da delimitação do Bispado de Egitânia e Corretânea.

 

O castelo medieval

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, quando esta região foi ocupada por forças portuguesas, Almourol foi conquistado em 1129 por D. Afonso Henriques (1112-1185). O soberano entregou-o aos cavaleiros da Ordem dos Templários, então encarregados do povoamento do território entre o rio Mondego e o Tejo, e da defesa da então capital de Portugal, Coimbra. 

Nesta fase, o castelo foi reedificado, tendo adquirido, em linhas gerais, as suas atuais feições, características da arquitectura templária: espaços de planta quadrangular, muralhas elevadas, reforçadas por torres adossadas. Tinham 9 torres e uma mais alta e na janela virada a nascente tem uma cruz dos templários. Dominadas por uma torre de menagem. Uma placa epigráfica, colocada sobre o portão principal, dá conta que as suas obras foram concluídas em 1171, dois anos após a conclusão do Castelo de Tomar, edificado por determinação de Gualdim Pais, filho de Paio Ramires. As mesmas características arquitectónicas estão presentes também no Castelo de Idanha, no de Monsanto, no de Pombal, no de Tomar e no de Zêzere, seus contemporâneos. 

Sob os cuidados da Ordem, constituído em sede de uma Comenda, o castelo tornou-se um ponto nevrálgico da zona do Tejo, controlando o comércio de azeite, trigo, carne de porco, frutas e madeira entre as diferentes regiões do território e Lisboa. Acredita-se ainda que teria existido uma povoação associada ao castelo, em uma ou em ambas as margens do rio, uma vez que, em 1170, foi concedido foral aos seus moradores. 

Com o avanço da reconquista para o sul e a extinção da Ordem dos Templários em 1311 pelo papa Clemente V durante o reinado de D. Dinis (1279-1325), a estrutura passou para a Ordem de Cristo, vindo posteriormente a perder importância, tendo sofrido diversas alterações.

 

Do século XVIII aos nossos dias

Vítima do terramoto de 1755, a estrutura foi danificada, vindo a sofrer mais alterações durante o romantismo do século XIX. Nessa fase, e obedecendo à filosofia então corrente de valorizar as obras do passado à luz de uma visão ideal poética, o castelo foi alvo de adulterações de índole decorativa, incluindo o coroamento uniforme das muralhas por ameias e merlões.

O castelo foi entregue ao Exército português na segunda metade do século XIX, sob a responsabilidade do comandante da Escola Prática de Engenharia de Tancos, a que está afecto até aos nossos dias. 

No século XX foi classificado como Monumento Nacional de Portugal por Decreto de 16 de Junho de 1910. À época do Estado Novo português o conjunto foi adaptado para Residência Oficial da República Portuguesa, aqui tendo lugar alguns importantes eventos oficiais. Para esse fim, novas intervenções foram promovidas nas décadas de 1940 e de 1950, reforçando aspectos de uma ideologia de nacionalidade cultivada pelo regime à época. 

No início de Junho de 2006 foram inaugurados dois novos cais para embarcações turísticas: um na margem direita do rio Tejo e outro na zona Sul da ilha. 

Em setembro de 2013, iniciaram-se os trabalhos de beneficiação das muralhas e intervenção na torre de menagem do Castelo de Almourol para criar um espaço museológico.

As obras, que se prolongarão por seis meses e implicam um investimento na ordem dos 500 mil euros, incidirão em diversas zonas de desagregação dos panos da muralha e das torres, com a sua impermeabilização, drenagem das águas e beneficiação das muralhas.

A intervenção na torre de menagem incidirá na substituição do actual terraço, na colocação de uma escada metálica de circulação vertical e na instalação de um sistema expositivo de conteúdos referentes aos Templários, visando preservar e proteger o monumento e possibilitando-lhe melhores condições de acessibilidade e circulação.

 

Características

A construção, em cantaria de granito e alvenaria argamassada, é de planta irregular (orgânica), reflexo da irregularidade do terreno, e apresenta uma divisão demarcada em dois níveis, um exterior inferior e outro interior mais elevado. 

O primeiro nível acede-se através da entrada principal onde se encontram lápides que fazem referência à intervenção de Gualdim Pais e onde são mencionados o nome do obreiro e o ano em que a intervenção tomou lugar. Neste espaço as muralhas apresentam nove altas torres circulares (quatro equidistantes a oeste, e cinco a leste) encontrando-se aqui também a porta da traição e vestígios do que terá sido um poço.

Subindo alguns degraus e atravessando outra porta entra-se no segundo nível, a zona interior mais elevada onde se ergue a torre de Menagem quadrangular, elemento característico dos templários, erguida no século XII. Esta estrutura de três pisos apresenta já só as sapatas como elemento original (onde se apoiaria o vigamento de madeira) e uma cruz patesca acima da janela, símbolo adoptado pelos templários. Aqui os panos de muralhas coroadas por merlões e seteiras apresentam escadarias que fazem o acesso ao topo da muralha e ao caminho que o percorre, o adarve. A comunicação entre as diversas partes do castelo pode ser feita através de várias passagens de cantaria.

Pelo ilhote, outros caminhos foram construídos, permitindo não só o percurso pela vereda que abraça o castelo, como também a possibilidade de vislumbrar de várias perspectivas a paisagem envolvente. 

 

A questão epigráfica

Sobre a porta principal do castelo, uma inscrição epigráfica datada da era de 1209 (1171), menciona, além da naturalidade bracarense de Gualdim Pais e da sua ação militar contra os muçulmanos no Egito e na Síria, a sua ascensão à chefia da Ordem do Templo em Portugal e subsequente construção dos castelos de Pombal, Tomar, Zêzere, Cardiga e Almourol (…factus domus Templi Portugalis procurator, hoc construxit castrum Palumbare, Tomar, Ozezar, Cardig, et hoc ad Almourol), evidenciando que, naquele ano, o castelo de Almourol se achava, como os demais indicados, já construído. Entretanto, uma segunda inscrição, sobre a porta interior, informa ter sido na era de 1209 que Gualdim Pais edificou o Castelo de Almourol. Uma terceira inscrição, sobre a porta da sacristia da igreja do Convento de Tomar.

 

 

 

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70469/

Castelo de Almourol

 

Designação                            Castelo de Almourol

Outras Designações              Castelo de Almorol (designação do diploma de classificação)

Categoria / Tipologia              Arquitectura Militar / Castelo

 

Localização

Divisão Administrativa           Santarém / Vila Nova da Barquinha / Praia do Ribatejo

Endereço / Local                   Ilha de Almourol

 

Proteção

Situação Actual                     Classificado

Categoria de Protecção        Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia                             Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910

 

 

 

Outros importantes sites acerca do Castelo de Almourol:

http://www.cm-vnbarquinha.pt/index.php/visitar-2/castelo-de-almourol

 

http://fortalezas.org/?ct=fortaleza&id_fortaleza=1938&muda_idioma=ES

 

 

 

 

 

2 - Rei D. Afonso Henriques 

https://www.parlamento.pt/VisitaParlamento/Paginas/BiogDAfonsoHenriques.asp

Afonso Henriques o "Conquistador" (ca. 1108-1185)

 

Afonso Henriques foi o primeiro rei de Portugal e era filho do Conde de Borgonha, D. Henrique, cruzado que veio para a Península Ibérica auxiliar o rei de Leão e de Castela na guerra contra os mouros, ficando depois a governar o Condado Portucalense.

A Batalha de S. Mamede, em 24 de junho de 1128, em que derrotou os partidários de sua mãe, D. Teresa de Aragão marca o início da governação do Condado Portucalense por D. Afonso Henriques.

Este empenhou-se sobretudo na reconquista do território aos mouros. Com a vitória alcançada na batalha de Ourique em 1139 auto-proclamou-se rei. Contudo, este título só lhe é confirmado em 1179 pela Bula Papal Manifestis Probatum.

De entre as suas conquistas destaca-se a tomada aos mouros de Santarém, Lisboa (com a ajuda dos Cruzados), Évora e Beja.

Afonso Henriques fundou ainda os Mosteiros de Santa Cruz (Coimbra), onde está sepultado, Santa Maria (Alcobaça), São João Baptista de Tarouca e São Vicente de Fora (Lisboa). Criou duas Ordens Militares: a da Ala e a de São Bento de Aviz.

 

 

 

 

 

3 - Gualdim Pais

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gualdim_Pais#/media/File:Tomar_036.jpg

Monumento a D. Gualdim Pais, Tomar.

Carlos Luis M C da Cruz - 2009

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Her%C3%B3is_de_Portugal

Heróis de Portugal

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Cavaleiros_Templ%C3%A1rios_de_Portugal

Cavaleiros Templários de Portugal

 

 

 

 

 

4 - Palmeirim de Inglaterra

https://archive.org/details/cronicadepalmeir02mora

Cronica de Palmeirim de Inglaterra: primeira, e segunda parte 

Obra atribuída a Francisco de Morais ou a Luis Hurtado. 

Digitização pela Universidade de Toronto

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Romances_de_cavalaria_portugueses

Romances de cavalaria portugueses

 

Os romances de cavalaria foram um género literário de grande sucesso em Portugal nos séculos XV e XVI, de jeito paralelo aos romances de cavalaria espanhóis da mesma época.

A autoria portuguesa do Amadis de Gaula é discutida, embora os textos mais antigos dessa obra que se conservam estejam em castelhano. Porém, independentemente desta obra, outros romances de cavalaria foram produzidos em Portugal, enumerados no catálogo de Pascual de Gayangos y Arce, publicado em 1857:

Palmeirim de Inglaterra, de Francisco de Moraes (Livro I, Toledo, 1547, e Livro II,) 

 

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Palmeirim_de_Inglaterra

Palmeirim de Inglaterra

 

O Palmeirim de Inglaterra, de nome completo Crónica do famoso e muito esforçado cavaleiro Palmeirim d´Inglaterra, é um romance de cavalaria português escrito por Francisco de Morais (1500-1572), entre 1541 e 1543. O livro possui algumas lembranças autobiográficas do autor. É considerado um dos melhores romances de cavalaria do século XVI, e foi como tal elogiado por Cervantes em Dom Quixote.

 

Relação com outros livros

Cronologicamente, o livro é o quarto do popular ciclo hispano-português dos Palmerins, inaugurado com Palmerim de Oliva (Salamanca, Juan de Porras, 1511), Primaleón (Salamanca, Juan de Porras, 1516) e Platir (Valladolid, Nicolás Tierri, 1533), do qual provém, a temática e a maioria dos personagens. Não é continuação do terceiro livro, Platir (1533), mas do segundo, Primaleão.

Embora contenha considerável matéria original, Palmeirim de Inglaterra revela uma forte influência do Amadis de Gaula, bem como das Sergas de Esplandián, de Garci Rodríguez de Montalvo.

 

Continuação

A obra foi continuada em português por Diogo Fernandes em Duardos de Bretanha (terceira e quarta parte de Palmeirim de Inglaterra) e esta por Baltazar Gonçalves Lobato em Clarisol de Bretanha (quinta e sexta parte). Também houve uma continuação italiana, escrita por Mambrino Roseu.

 

Composição

Palmeirim de Inglaterra consta de dois livros, o primeiro dividido em 101 capítulos e o segundo por 66. A edição mais antiga que se conhece é a publicada em Toledo (em 1547 o primeiro livro e em 1548 o segundo), com o título de "Livro do muito esforçado cavaleiro Palmerim de Inglaterra filho do rei Dom Duardos", no qual é atribuído em versos acrósticos a um Luis Hurtado de Toledo, que devia ser então muito jovem. Em português, a versão impressa mais antiga que se conhece é a publicada por André de Burgos em Évora em 1567, com o título de "Crónica de Palmeirim de Inglaterra".

  

Elogios de Miguel de Cervantes

Diz Cervantes no Dom Quixote:

«abrindo outro livro, viu que era Palmerim de Oliva, e junto a ele estava outro que se chamava Palmerim de Inglaterra; o qual visto pelo licenciado, disse: - Dessa oliva façam ralhas e queime-se, que ainda não fiquem dela as cinzas; e dessa palma de Inglaterra guarde-se e preserve-se como a coisa única»

— Dom Quixote , Capítulo VI

Assim, Cervantes salvava o Palmerim de Inglaterra da fogueira do pátio de Dom Quixote, salvamento de livros de cavalaria no que apenas acrescentava o Amadis de Gaula e Tirant lo Blanc.

 

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Moraes_Cabral

Francisco de Moraes Cabral

 

 

Francisco de Moraes Cabral (ou Francisco de Morais Cabral) (Bragança, 1500? - Lisboa ou Évora,1572) foi um escritor português, autor da obra Palmeirim de Inglaterra, contribuiu para a difusão das novelas de cavalaria na língua portuguesa.

 

Biografia

Conhece-se pouco sobre a vida de Francisco de Moraes. Sabe-se que em 1539 era «moço da câmara» do Cardeal Infante. Serviu como secretário pessoal de D. Francisco de Noronha, embaixador de D. João III de Portugal na corte de Francisco I da França, escrevendo durante as suas duas viagens a Paris (1540 e 1546), o livro de cavalarias Palmeirim de Inglaterra, um derivado do Amadis de Gaula, quarto da série dos Palmeirins, que teve bastante sucesso por toda Europa, particularmente na Inglaterra, sendo reimpressa várias vezes.

Também foi autor de uma obra autobiográfica, "Desculpas de uns amores", que seria publicada postumamente em 1624.

 

 

 

 

 

 

VEJA OS DOIS SEGUINTES VÍDEOS

 

0 1.jpg 

1 - https://www.youtube.com/watch?v=ZaEaUacaDgg

The Templars in Almourol ( Os templários em Almourol) - Carregado a 31/07/2007 

Hugo de Almeida

https://www.youtube.com/channel/UCJ_znpiGFPZRG1gM2_6U7CQ

Um pequeno documentário sobre a ordem templária e a sua influência num dos mais bonitos castelos de Portugal.

Directed, Produced & Edited by: Hugo Almeida

Script/guião: Silvia Caneco

Narrator/Locução: Teresa Silva

Filmagens: Hugo Almeida & Fernando Isidoro

 

Também em: 

https://www.youtube.com/watch?v=9z1c-gJcoyM

Os Templários em Almourol - Carregado a 12/01/2009

CMBarquinha 

A presença templária no Castelo de Almourol, fortaleza reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171.

À época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, constituindo um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo. 

O monumento é o ex-libris do Concelho de Vila Nova da Barquinha. 

Cercado pelas águas do rio Tejo, destaca-se num maciço granítico de uma ilhota do Tejo, entre Vila Nova da Barquinha e a Praia do Ribatejo.

A singular localização do Castelo torna-o um dos mais bonitos monumentos do país, tendo sido considerado Monumento Nacional em 1910

Foi um dos 21 finalistas da eleição das 7 Maravilhas de Portugal.

 

 

 

 

0 2.jpg

2 - https://www.youtube.com/watch?v=sGv8kOHKEig

Vista aérea do Castelo de Almourol 

Portugal visto do Ceu

Publicado a 05/10/2014

https://www.youtube.com/channel/UCZEeB_dH9ftCPc9IfEA50yg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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