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Celso Sacavém

Os meus pensamentos

Os meus pensamentos

Emigrantes

 

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                               O Emigrante (1934)    (1)                                    José Malhoa (1933)   (2)

 

 

 

 

 

                                              Vou partir, vou emigrar

                                              vou sair do meu torrão

                                              p´ra longe vou trabalhar

                                              para ganhar o meu pão.

 

 

                                              Sei que vai ser um tormento

                                              o sair do meu país

                                              buscar assim o sustento

                                              não me faz nada feliz.

 

 

                                              Mas como sou português

                                              com alma de lutador

                                              irei, sim! Mas voltarei

                                              com mais fé e mais amor.

 

 

 

 

         Celso Sacavém        celsosacavem.blogs.sapo.pt       @celso.pereira.525

         www.facebook.com/celso.pereira.3  www.instagram.com/celsopereira525

                                         Pt.pinterest.com/papi_celso/

 

 

 

 

 

 

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              Estátua de José Malhoa  (3)                       Museu de José Malhoa  (4)

 

 

 

 

 

1 -  O Emigrante (1934)

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Emigration_in_art?uselang=pt#/media/File:Jos%C3%A9_Malhoa_O_Emigrante.jpg

Obra de José Malhoa 

http://www.pitoresco.com.br/portugal/portugal/malhoa/malhoa.htm

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Emigra%C3%A7%C3%A3o

A emigração 

 

A emigração é o ato e o fenómeno espontâneo de deixar o seu local de residência para se estabelecer numa outra região ou nação. Trata-se do mesmo fenómeno da imigração mas visto da perspectiva do lugar de origem. A emigração é a saída de nosso País. Convenciona-se chamar os movimentos humanos anteriores ao advento dos Estados nacionais e, consequentemente, do surgimento das fronteiras de migração. O termo emigração também é costumeiramente utilizado para designar os fluxos de população dentro de um mesmo País.

As razões que levam uma pessoa ou grupo a emigrar são muitas, como as condições políticas desfavoráveis, a precária situação económica, perseguições religiosas ou guerras. Há outras razões de cunho individual, como a mudança para o país do cônjuge estrangeiro após o casamento ou ir para um país de clima mais ameno após a aposentadoria.

 

 

 

 

 2 - José Malhoa (1933)

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Jos%C3%A9_Malhoa?uselang=pt#/media/File:Jose_malhoa.jpg

In Dicionário Histórico e Corográfico de Portugal - 1933

Portugal, Espanha, França - Autor desconhecido

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Malhoa?uselang=pt

José Malhoa

 

 

Movimento(s): Naturalismo

 

 

José Vital Branco Malhoa (Caldas da Rainha, 1855 – Figueiró dos Vinhos, 1933) foi um pintor, desenhista e professor português.

 

Biografia

José Vital Branco Malhoa nasceu em Caldas da Rainha, na Região do Centro de Portugal, em 28 de abril de 1855. Com apenas 12 anos entrou para a escola da Real Academia de Belas-Artes de Lisboa. Em todos os anos ganhou o primeiro prémio, devido às suas enormes faculdades e qualidade artísticas

Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro, designadamente em Madrid, Paris e Rio de Janeiro. Foi pioneiro do Naturalismo em Portugal, tendo integrado o Grupo do Leão. Destacou-se também por ser um dos pintores portugueses que mais se aproximou da corrente artística Impressionista. Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada

Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha. Teve colaboração artística na revista Atlântida(1915-1920). 

Foi sepultado no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

 

Algumas obras

O Ateliê do Artista (1893/4)

Os Bêbados (1907)

O Fado (1910)

Praia das Maçãs (1918)

Clara (1918)

Primavera (1918)

Conversa com o Vizinho (1932)

 

Leilão

O quadro a óleo "Na horta" foi vendido em 31 de maio de 2016, por 40 mil euros, num leilão de artes e antiguidades em Lisboa.

 

 

 

 

 3 - Estátua de José Malhoa 

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Jos%C3%A9_Malhoa?uselang=pt#/media/File:Jos%C3%A9_Malhoa.jpg

Estátua do pintor português José Malhoa, frente ao Museu de José Malhoa, nas Caldas da Rainha. Obra de Leopoldo de Almeida

 

 

 

 

4 - Museu de José Malhoa

https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Jos%C3%A9_Malhoa#/media/File:Pq_d_carlos_i_museu_de_jose_malhoa.JPG

Localizado no Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha, Distrito de Leiria.

Fotografia de Carlos Luis M C da Cruz - 2010

 

 

 

PÁGINAS OFICIAIS DO MUSEU:

 

https://www.google.pt/?gws_rd=ssl#q=museu+jos%C3%A9+malhoa

 

http://www.cm-caldas-rainha.pt/portal/page/portal/PORTAL_MCR/VISITANTE/MUSEUS/MUSEU_JOSE_MALHOA

Museu José de Malhoa - o museu do Naturalismo Português

 

 

http://www.patrimoniocultural.pt/pt/museus-e-monumentos/rede-portuguesa/m/museu-jose-malhoa/

O Museu de José Malhoa mostra o maior núcleo reunido de obras do seu patrono e uma importante coleção de pintura e de escultura dos séculos XIX e XX, revelando-se a quem o visita como o museu do Naturalismo Português.

 

Completam as colecções uma Secção de Cerâmica das Caldas - articulada em torno da importância de que se revestiu a actuação de Rafael Bordalo Pinheiro, também ele membro do  "Grupo do Leão", para a faiança local e do conjunto único das 60 esculturas de terracota da Paixão de Cristo” -, o núcleo de Escultura ao Ar Livre e uma Biblioteca de Arte com um acervo de mais de 5.000 espécies.

 

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Jos%C3%A9_Malhoa

Museu de José Malhoa 

 

  

O Museu de José Malhoa localiza-se no Parque D. Carlos I, na cidade de Caldas da Rainha, Distrito de Leiria, em Portugal. O seu nome é uma homenagem ao pintor português José Malhoa.

 

História

1926 - 1960

Este espaço foi inicialmente idealizado pelo escritor António Montês, com o objectivo de aproximar o pintor José Malhoa da sua terra natal, Caldas da Rainha. 

Em 1926, o artista ofereceu uma das suas obras, o óleo "Rainha D. Leonor", à cidade; no ano seguinte, institui-se a “Liga dos Amigos do Museu José Malhoa”, para o qual o artista iria doar mais obras em 1932

A 17 de Junho de 1933, um despacho ministerial confirma um parecer favorável do Conselho Superior de Belas Artes, autorizando a criação do “Museu José Malhoa”. O Museu seria, então, inaugurado a 28 de Abril de 1934, dia do aniversário de José Malhoa, que havia falecido a 26 de Outubro do ano anterior; o Museu foi, provisoriamente, instalado na “Casa dos Barcos”, no Parque D. Carlos I, um edifício cedido pelo Hospital Termal, abrindo anualmente ao público entre 28 de Abril e 26 de Outubro.

O projecto definitivo, dos arquitectos Paulino Montês (1897-1962) e Eugénio Correia (1897-1985), é concluído em 1937. A 11 de Agosto de 1940, dá-se a inauguração do edifício, no âmbito dos festejos provinciais dos Centenários da Fundação e da Restauração de Portugal, sendo entregue, com todas as colecções, à Junta de Província da Estremadura; o nome da instituição foi, assim, alterado para "Museu Provincial de José Malhoa". 

Em 1960, a Junta de Província da Estremadura foi extinta, sendo a gestão do Museu passado a ser assegurada pela Direcção-Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, divisão do Ministério da Educação Nacional; a instituição passa a designar-se "Museu de José Malhoa".

 

1960 - actualidade

Em 1962, é organizado o Serviço Educativo e, em 1964, é exposta a colecção de cerâmica, num espaço denominado de "Museu de Cerâmica". 

Em 1977, no âmbito das celebrações do Cinquentenário da Elevação das Caldas da Rainha a Cidade, é organizado o evento “Expo Caldas-77 – Retrospectiva de Cerâmica”. 

Em 1983, realiza-se, no Museu, uma exposição antológica, para assinalar o Cinquentenário da Morte de José Malhoa.

Em 1992, a colecção de António Montês é legada ao Museu, segundo o testamento da sua viúva, Júlia Paramos Montês; em 1996, esta colecção seria apresentada ao público na exposição "António Montês – Museu de José Malhoa", no centenário do nascimento do fundador da instituição. 

Em 2005, o Museu assinalou os 150 Anos do Nascimento de José Malhoa e Centenário da Morte de Rafael Bordalo Pinheiro com a exposição “Malhoa e Bordalo: confluências duma geração”, entre outros eventos.

Em 2007, a denominação da instituição é de novo alterada, para "Museu José Malhoa", de acordo com as orientações do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado. 

O edifício do Museu José Malhoa sofreu, entre Setembro de 2006 e Dezembro de 2008, diversas obras de remodelação e de requalificação; um núcleo provisório foi, então, estabelecido no Museu do Ciclismo. O Museu reabriu em 19 de Dezembro, com uma nova apresentação das colecções e várias melhorias no acolhimento aos visitantes.

 

Acervo do Museu

O Museu reúne colecções de pintura, escultura, medalhística, desenho e cerâmica dos séculos XIX e XX.

O acervo do Museu de José Malhoa é composto por obras dos seguintes artistas:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Jos%C3%A9_Malhoa

 

 

 

 

 

 

 

 

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