Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Celso Sacavém

Os meus pensamentos

Os meus pensamentos

Da História de Portugal

 

 

                 Viriato_Viseu.jpg

                                           Monumento a Viriato (181 a.C. – 139 a.C.)     (1)

 

 

 

                                   Viriato, Viriato!

                                   Pastor hermínio, valente!

                                   Foste guerreiro. E foste

                                   condutor da Lusa gente.

 

                                   Viriato, Viriato!

                                   Entregaste o coração

                                   na luta contra o romano

                                   que te venceu pela traição.

 

                                   Ditalco, Audax, Minuro

                                   três assassinos algozes

                                   que te mataram, a soldo

                                   de inimigos ferozes.

 

                                   Viriato, Viriato!

                                   Pastor hermínio, valente!

                                   Foste o bravo inspirador

                                   da nação da Lusa gente.

 

 

 

     Celso Sacavém            celsosacavem.blogs.sapo.pt            @celso.pereira.525

     www.facebook.com/celso.pereira.3           www.instagram.com/celsopereira525

                                           Pt.pinterest.com/papi_celso/

 

 

   A morte de Viriato de José de Madrazo..jpg

                    A morte de Viriato de José de Madrazo Y Agudo  (1781/1859)    (2)

 

 

 

 

(1) - Monumento a Viriato (181 a.C. – 139 a.C.) 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Viriato

 

Monumento a Viriato de Marianno Benlliure (1862-1947), em Viseu.

 

 

 

“ Viriato (181 a.C. – 139 a.C.) foi um dos líderes da tribo lusitana que confrontou os romanos na Península Ibérica.”

 

 

 

A vida de Viriato

 

"Pouco se conhece sobre a vida de Viriato." 

“Para muitos autores, Viriato é visto como o modelo do guerrilheiro.”

 

 

 

A guerra de Viriato

 

“Viriato, descrito como sendo um pastor e caçador da Lusitânia foi eleito chefe dos lusitanos. Depois de defender vitoriosamente as suas montanhas, Viriato lançou-se decididamente numa guerra ofensiva.”

 

“Roma chega a pactuar com Viriato, quase reconhecendo como soberano, porém, à traição, compactuou com três de seus aliados para que o assassinassem. Anos antes, o general romano Sérgio Galba quase dizima os lusitanos, e Viriato foi um dos que escaparam. O historiador Estrabão assim definiu a Lusitânia: "A mais poderosa das nações de Hispânia, a que, entre todas, por mais tempo deteve as armas romanas".

 

 

 

 

 

 (2) - A morte de Viriato de José de Madrazo Y Agudo  (1781/1859) 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Viriato

 

Quadro do pintor espanhol  José de Madrazo Y Agudo  exposto no Museu Do Prado, em Madrid.

 

 

 

 

Acerca da morte de Viriato

 

Os três assassinos de Viriato foram Ditalco, Audax e Minuro.

 

 

https://books.google.pt/books?id=Glf2RsiHjmwC&pg=PR16&lpg=PR16&dq=Os+tr%C3%AAs+assassinos+de+Viriato&source=bl&ots=wIz3fWXA_i&sig=58VbTiWLNL5WVT3rEhvP2CSH5UE&hl=pt-PT&sa=X&ved=0ahUKEwiwp_unv77OAhWDShQKHUyMCxY4ChDoAQgaMAA#v=onepage&q=Os%20tr%C3%AAs%20assassinos%20de%20Viriato&f=false

 

 

In Grandes Chefes da História de Portugal 

de José Pedro Zúquete e Ernesto Castro Leal

 

    “Desta feita Viriato delegara as funções diplomáticas  em três homens da sua confiança, cujos nomes sabemos graças aos relatos de Apriano e Tito Lívio: Audax, Ditalco e Minuro. À boa maneira romana, Cepião apercebe-se que seria mais fácil livrar-se de Viriato através da traição e do assassinato, conseguindo para isso corromper a lealdade dos enviados lusitanos, aliciando-os com terras e ganhos pessoais.

          «A ambição seduzi-os». De regresso ao acampamento, os três traidores penetraram na tenda de Viriato, surpreendendo-o num dos seus raros momentos de descanso. Dirigindo-se, de forma determinada, em direcção ao herói, apunhalaram-no mortalmente no pescoço. João de Aguiar no seu romance A Voz dos Deuses, descreve de uma forma aproximada os acontecimentos que se seguiram a seguir ao caos que se instalou no acampamento lusitano após a descoberta do corpo jacente e sem vida de Viriato: 

    «Quando a desordem e o pânico diminuíram um pouco, quando finalmente foi possível reunir todos os guerreiros, só três homens faltaram à chamada. Audax, Ditalco e Minuro tinham desaparecido e com eles a sua bagagem e os cavalos. (…) Os assassinos iam longe, a caminho da Bética para reclamar a Cepião a paga do seu crime.»

   Fugindo de imediato do seio lusitano para reclamarem o seu prémio, os três traidores acabam repelidos, sendo-lhes negada qualquer recompensa: «Roma não costuma premiar os soldados que assassinam o seu general». 

     De forma dissimulada ou verdadeira, Roma criticou duramente o assassinato de Viriato, considerando tal acto como indigno e vergonhoso. Porém não deixa de ser verdade que só através da sua vil e desprezível corrupção é que Roma conseguiu desenvencilhar-se de um dos seus maiores inimigos. Um feito até então negado aos seus poderosos exércitos.

 

 

 

 

http://www.ribatejo.com/hp/base/cgi-bin/ficha_lenda.asp?cod_lenda=66

 

In Portugal, História e Lendas

de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

 

“No ano de 139 a.C. Viriato foi assassinado à traição, quando dormia na tenda, por três homens da sua tribo que os Romanos tinham aliciado e subornado. Os Lusitanos choraram longamente a perda daquele chefe querido e ficaram muito enfraquecidos. Quanto aos assassinos, parece que não chegaram a obter nenhuma recompensa pelo crime. Segundo consta, foram recebidos com desprezo pelo chefe romano, que lhes terá dito: «Roma não paga a traidores».”

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Favoritos

Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D