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Celso Sacavém

Os meus pensamentos

Os meus pensamentos

Da História de Portugal

 

 

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                                    O maior farol de Portugal, o Farol de Aveiro.  (1)

 

 

 

 

                                   No meio do mar ingente e soluçante,

                                   alumiando as trevas que são Morte,

                                   a tua luz indica, ao navegante,

                                   o almejado rumo, a vida, o norte.

 

 

                                   O céu despeça raios e coriscos

                                   que tu não fugirás do teu lugar

                                   disposto, ao vento, à chuva, a evitar

                                   que o pescador penetre em novos riscos.

 

 

                                   Bendita seja a luz que jorra franca

                                   dos olhos vigilantes do farol

                                   que põe, na noite escura, a mancha branca

                                   tão doce, como os doces raios de Sol.

 

 

                                   À noite, no teu posto, és ansiado!

                                   E quem te vê, ao longe, a reluzir,

                                   sente desejos de chorar e rir,

                                   sente aquecer-se o sangue já gelado.

 

 

                                   Farol, a tua voz, no mar erguida,

                                   é fagueira carícia que seduz!

                                   É mensagem d´Amor, de Fé, de Vida!

                                   É Esperança, Anseio, é Paz, é Luz!

 

 

 

     Celso Sacavém        celsosacavem.blogs.sapo.pt           @celso.pereira.525

     www.facebook.com/celso.pereira.3      www.instagram.com/celsopereira525

                                            Pt.pinterest.com/papi_celso/

 

 

 

 

0 800px-Cabo_da_Roca_monument.JPG0 320px-Portugal_Lighthouses.png

       O Farol do Cabo da Roca   (2)                   A localização dos principais faróis (3)

 

  

 

 

(1) -  O maior farol de Portugal, o Farol de Aveiro.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Farol_de_Aveiro#/media/File:Praia_da_Barra.jpg

Praia da Barra e Farol de Aveiro (Farol da Barra) na Gafanha da Nazaré, Ílhavo, Aveiro. Fotografia de Andreas Trepte.

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Farol_de_Aveiro

 

O farol de Aveiro ou farol da Barra é o maior farol de Portugal. Fica localizado na praia da Barra, freguesia da Gafanha da Nazaré, concelho de Ílhavo, distrito de Aveiro. 

Foi, à data da sua construção, o sexto maior do mundo em alvenaria de pedra, continuando a ser actualmente o segundo maior da Península Ibérica, estando incluído nos 26 maiores do mundo.

É uma torre troncónica com faixas brancas e vermelhas e edifícios anexos.

Com um alcance luminoso de 23 milhas náuticas.

 

História

Foi construído no século XIX, mais propriamente entre os anos de 1885 e 1893, tendo sofrido grandes reparações em 1929. Quem formulou o projecto foi o Eng. Paulo Benjamim Cabral, mas quem o concluiu foi o Eng. Maria de Melo e Mattos. Foi electrificado em 1936 e ligado à rede de distribuição de energia em 1950.

 

 

 

(2) - O Farol do Cabo da Roca

https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Cabo_da_Roca_Lighthouse?uselang=pt

O Farol do Cabo da Roca e o Padrão em pedra com uma lápide comemorativa que assinala a particularidade geográfica do Cabo da Roca - o ponto mais ocidental de Portugal continental tal como da Europa continental. Fotografia de Acaro.

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Farol_do_Cabo_da_Roca

 

O Farol do Cabo da Roca é um farol português que se localiza no cabo de mesmo nome, na freguesia de Colares, Concelho de Sintra, Distrito de Lisboa, em Portugal.

Torre quadrangular de alvenaria, forrada a azulejos brancos e edifícios anexos, lanterna e varandim vermelhos.

 

História

Farol mais ocidental do continente europeu, foi mandado edificar pelo Alvará pombalino de 1 de Fevereiro de 1758. Entrou em funcionamento em 1772 e sofreu grandes alterações no ano de 1843.

 

Características

O farol situa-se a uma altitude de 165 metros acima do nível do mar, e tem uma altura de 22 metros. A sua luz tem um alcance de, aproximadamente, 48 quilómetros.

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_da_Roca

 

O Cabo da Roca é o ponto mais ocidental de Portugal continental, assim como da Europa continental. Situa-se na freguesia de Colares, concelho de Sintra e distrito de Lisboa. O local é visitável, não até ao extremo mas até uma zona à altitude de 140 m. O cabo forma o extremo ocidental da Serra de Sintra, precipitando-se sobre o Oceano Atlântico. As suas coordenadas geográficas são N 38º46'51", W 9º30'2". 

Luís Vaz de Camões descreveu-o como o local “Onde a terra se acaba e o mar começa” (in Os Lusíadas, Canto III). 

(…) Na zona existe um farol (Farol do Cabo da Roca) e uma loja turística. Está inserido no Parque Natural de Sintra-Cascais.

 

 

 

 

(3) - A localização dos principais faróis

https://pt.wikipedia.org/wiki/Far%C3%B3is_de_Portugal#/media/File:Portugal_Lighthouses.png

Mapa com a localização dos principais faróis de Portugal de JotaCartas - Portugalia harta.PNG

 

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Faróis_de_Portugal

 

Faróis de Portugal

 

Portugal tem uma notável história marítima. Velejadores Portugueses, lançaram e lideraram a Idade das Descobertas Europeias, e navios Portugueses, têm vindo a encontrar o seu caminho de regresso a casa a partir dos longínquos cantos do mundo desde à cerca de 600 anos. Não surpreende que os faróis tenham desempenhado um papel importante na cultura Portuguesa, e que sejam hoje monumentos nacionais muito acarinhados.

Desde 1892 que está atribuída à Marinha Portuguesa a responsabilidade pela manutenção da rede de faróis na costa de Portugal.

A Direcção de Faróis (DF) foi criada em 1924. É o organismo da DGAM que tem por missão a direcção técnica das ajudas à navegação, coordenando o estudo, instalação, manutenção e extinção das mesmas a nível nacional.

 

 

 

http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPARoutes.aspx?id=3ea361a3-3d90-4cd8-935e-01da418054d7

 

Rota dos faróis

A rota proposta surge através da análise da tipologia da torre dos faróis:

 

Rota 1 - Farol de Torre Prismática – 25 faróis

http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPARoute.aspx?id=5edb283c-0010-4cbc-801c-eb935dc9912b

 

Rota 2 - Farol de Torre Circular – 16 faróis

http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPARoutes.aspx?id=3ea361a3-3d90-4cd8-935e-01da418054d7

 

Rota 3 - Farol localizado em Forte – 10 faróis

http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPARoute.aspx?id=7600ea9e-a25a-4e16-b4dd-c289999f9f82

 

Rota 4 - Farol com Torre Cilíndrica “tourelle” – 7 faróis

http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPARoute.aspx?id=34b74533-df64-4a8e-aae6-23b554198a44

 

 

 

Textos reunidos a partir das ligações supracitadas. 

In Lista de Rotas em http://www.monumentos.pt/

 

 

 

Os faróis em Portugal

 

Dada a necessidade de assinalar o relevo da costa e os seus perigos para a navegação marítima, desde o século XVI que há registos da construção de faróis na faixa costeira de Portugal continental.

A partir de 1758, por alvará pombalino, os faróis passam a ser uma organização oficial e em 1866 é realizado um projecto geral de alumiamento marítimo para a costa de Portugal. 

 

 

Os faróis de Torre Prismática

 

Inicialmente utilizou-se a alvenaria de pedra.(...) A maior parte dos faróis do continente é construída até finais da década de 50 do século XX. Também nesta década há um incremento substancial na construção de faróis nos arquipélagos dos Açores e da Madeira

Verifica-se que até finais do século XIX a maior parte das torres é prismática, com diversos tipos de secção. 

O material mais utilizado em construção era a alvenaria de pedra, técnica construtiva que pelas suas características se adapta melhor a construções quadrangulares: de embasamento forte, geralmente com pedra aparente, com paredes grossas, estreitando ligeiramente à medida que a construção sobe.

Os faróis, pela sua complexidade técnica, geralmente necessitam não só de espaços contíguos, onde se possam instalar os equipamentos necessários ao seu funcionamento, como também instalações para acomodação da guarnição para o seu funcionamento e manutenção.

 

 

Os faróis de Torre Circular

 

(...) A partir do início do século XX, começa-se a utilizar frequentemente o betão armado, técnica que permite construir torres mais altas, mais esbeltas, de secção circular, oferecendo uma menor resistência ao vento. 

Estas torres são acompanhadas por um ou mais edifícios, anexos ou adossados, para instalação de parte da maquinaria e para acomodação da guarnição (faroleiros e outros técnicos) de modo a permitir o normal funcionamento e manutenção dos equipamentos.

 

 

Os faróis localizados em Forte

 

Desde a antiguidade, em que as confrarias de marítimos mantinham fogueiras acesas em locais elevados, houve a necessidade de avisar a navegação do perigo que o relevo da costa representava. Para além da construção de edificações propositadamente para esse fim, houve também o aproveitamento de preexistências.

Quando a navegação surge de uma forma mais regular passa a haver a preocupação de alertar os navegantes para os perigos do relevo da faixa costeira. Nesse sentido há notícia de várias construções utilizadas para esse fim a partir do século XVI. Para além da edificação propositada de estruturas para colocação de luzes, houve também o aproveitamento de edificações localizadas em locais estratégicos.

As fortalezas existentes na linha de costa foram aproveitadas para a implantação de vários faróis pelo que não foi necessária qualquer construção anexa uma vez que os próprios fortes continham espaços que puderam ser aproveitados para esse fim. Por vezes era apenas construída uma casa para o faroleiro dentro da fortaleza. O farol é constituído apenas pela lanterna, não sendo sequer necessária a construção de uma torre. Esta situação verifica-se apenas em Portugal continental, não havendo nos arquipélagos dos Açores e da Madeira qualquer situação de um farol principal implantado num forte.

 

 

Os faróis com Torre Cilíndrica “tourelle” 

 

(...) Ainda durante o século XIX surge uma tipologia de farol constituída por uma pequena torre metálica, em ferro fundido, geralmente tendo uma altura entre 13 e 15 metros. Denominada por “tourelle” francesa é utilizada sobretudo na instalação de faróis em estruturas pré construídas, como fortalezas na faixa costeira. É caracterizada por uma coluna cilíndrica, com nervuras exteriores para uma maior resistência estrutural, com a lanterna localizada no topo. Não foram localizados quaisquer exemplares abaixo da zona de Setúbal, nem nas ilhas.

 

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_faróis_de_Portugal

Uma lista dos principais faróis de Portugal, por ordem alfabética.

 

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_dos_maiores_faróis_do_mundo

Uma lista dos mais altos faróis do mundo.

 

 

 

 

VEJA OS SEGUINTES VÍDEOS:

 

https://www.youtube.com/watch?v=Zxbu9-ZNWWA

Reportagem "Faróis"

Marinha Portuguesa

Canal oficial da Marinha Portuguesa

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=unClagp6JuA

Os 10 Faróis Mais Altos do Planeta

Nightmare

 

 

 

 

 

 

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